
Cotidiano
11 filhotes de gatos são resgatados pelo projeto SOS Peludinhos

O projeto foi criado em meados da pandemia e atua em resgates de gatos em situação de risco na cidade de Osasco
Imagem do abrigo de gatos pertencente ao SOS Peludinhos.
O projeto social SOS Peludinhos resgatou 11 gatos que haviam sido abandonados na cidade de Osasco no mês de outubro. Na primeira segunda-feira do mês (7) a protetora de animais recebeu uma denúncia feita por uma amiga, que contou o caso de uma mulher, cujo nome não foi divulgado, que pretendia jogar os filhotes em um rio. Andrea Souza, dona do projeto, relatou o ocorrido em entrevista para a repórter do canal “livia_comunicando”, e rapidamente se dirigiu ao local.
Ao chegar, a mulher justificou sua atitude afirmando que sua filha diagnosticada com bronquite não poderia conviver com os gatos. Para proteger a saúde da filha, a mulher decidiu abandonar os filhotes. Enquanto a protetora retirava os filhotes do rio, um vizinho alertou que a mãe dos gatinhos também estava em risco: a mulher planejou envenená-la. Ao ser confrontada sobre o paradeiro da mãe, a mulher afirmou com desprezo que a “coisa”, como se referiu à gata, estava na lavanderia.
Após o resgate da mãe e dos filhotes, a protetora os levou para um veterinário parceiro do projeto, na região de São Pedro, em Osasco. Os gatinhos foram testados para doenças como FIV e FeLV (doenças comuns em gatos). Com os exames negativos, os gatos puderam ser acolhidos em segurança junto aos demais resgatados da protetora.
Dias depois, no dia 10 do mesmo mês, a protetora encontrou uma nova situação que precisaria de sua ajuda. Ao retornar do trabalho, por volta das 6h15, avistou um saco de lixo próximo à sua rua. Segundo seu relato na entrevista, não demorou muito para perceber que algo se mexia. Dentro do saco, descobriu seis gatinhos de aproximadamente 15 a 20 dias de vida.
Os gatinhos foram rapidamente levados para casa e aquecidos. Porém, devido à exposição prolongada ao frio e à falta de cuidados, cinco deles não resistiram, apesar de terem sido alimentados com leite próprio para filhotes. A veterinária que os atendeu alertou que eles estavam severamente debilitados por infecções e exposição ao frio. Apenas um dos filhotes sobreviveu e está sendo cuidado com esperança de recuperação.
O projeto SOS Peludinhos foi criado durante a pandemia causada pelo COVID-19, em 2020, e tem como principal objetivo resgatar gatos em situação de rua, dando a eles um lar temporário até o período de suas adoções. Hoje, o projeto possui 64 gatos sob seus cuidados. Em quatro anos, o projeto já realizou diversos processos de adoção.
Sushi Pirituba reabre após incêndio
Restaurante reforma salão de atendimento e área de depósito

Salão do restaurante Sushi Pirituba
O restaurante Sushi Pirituba sofreu com grandes perdas materiais após um incêndio repentino causado por um curto circuito no ar condicionado por volta das 11h da manhã em março de 2023.
O local sofreu com diversas mudanças passando por grandes reformas, e meses de angústia e tensão para os donos e funcionários. Segundo Vinícius Andrade, Gerente do Sushi Pirituba, o restaurante passou por dois meses de reconstruções que incluíram reformas no salão e na dispensa. O gerente enfrentou a incerteza sobre a manutenção dos funcionários devido aos altos gastos da reforma, o que gerou um questionamento sobre se um dia o local retornaria a ser o que era antes.
“Para nós que trabalhamos aqui foi muito ruim, tivemos que agir muito rápido. Foi do nada, estava todo mundo trabalhando, não houve feridos, e logo no dia seguinte os funcionários já começaram a limpar os entulhos do local. Ainda segundo a gerência, durante uma semana reconstruímos a parte de baixo, e após isso levamos cerca de dois meses até voltarmos com as atividades do restaurante. Foi muito difícil porque existem muitas pessoas que precisam do emprego para pagarem suas contas, mas graças a Deus deu tudo certo.“, disse o Gerente do local.
McDonald 's em Pirituba é o ‘’pior’’ da cidade de SP, avaliam internautas
Loja alega mau humor de clientes e alta demanda do delivery
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Frente do McDonalds na Avenida Mutinga

Visitação à cozinha do restaurante
O McDonald 's da Avenida Mutinga é a lanchonete mais frequentada da região de Pirituba, mas teve seu nome vinculado na internet a situações desagradáveis como falta de limpeza, atraso nas entregas e a qualidade dos lanches. O restaurante alega que muitas das reclamações são por conta do mau humor de alguns clientes que chegam um pouco desavisados sobre os lanches, e também por conta das demoras em pedidos de aplicativos e problemas com motoqueiros.
Segundo Ester Cruz, gerente do local, o grande problema são os altos pedidos no Delivery, e a grande demanda. Mesmo com número suficiente de funcionários, segundo a gerente, os pedidos acabam acumulando, o que gera conflitos entre clientes, funcionários e entregadores.
Ester completa falando sobre o programa “Portas Abertas”, que consiste em levar os clientes para conhecer as instalações do McDonald’s e tirar todas as dúvidas.
No local também trabalha Lucy Almeida, embaixadora da experiência do cliente, que tem como função melhorar a avaliação do local, solucionar os problemas e desmistificar a fala de que esse McDonald’s é o pior de São Paulo. Lucy afirma que as avaliações negativas já saíram do Google, incluindo o título pejorativo de Pior Mcdonalds, que estava na localização do google maps.
A voz do cliente
Gabriel Braz, Isabela Scoparo e Amanda Vaz, clientes do estabelecimento, relataram suas experiências. Segundo Gabriel, ser cliente desse McDonald 's ficou difícil por conta da entrega de pedidos errados. Ele relata que recentemente fez um pedido de um cheddar Mcmelt, batata com cheddar & bacon e Milkshake, por não consumir refrigerante. E o que chegou em sua casa foi dois refrigerantes de Fanta laranja e a batata não possuía o queijo cheddar, apenas o bacon. E durante a entrevista ele mostra um Milk Shake que ele pediu no qual não foi batido.
Já Amanda Vaz, faz tempo que não frequentava o restaurante justamente pela qualidade ter decaído muito. Ao voltar, Amanda teve uma boa experiência, os lanches estavam bem feitos, batatas bem fritas e crocante, e o refrigerante estava na qualidade razoável, mas de modo geral estava tudo bem comparado as outras vezes em que foram, até em questão de pedidos pelo Ifood, ‘’ Já tive problemas para pedir, foram quatro tentativas e em todas vieram lanches frios, batata totalmente murcha, no lugar do refrigerante vêm suco, e não tive nenhum tipo de suporte’’. A cliente ainda afirma que já ouviu o apelido do McDonald’s da Avenida Mutinga ser o pior da cidade de São Paulo e que várias pessoas do seu convívio
dizem que deixaram de frequentar e pedir, pelos preços altos e péssima qualidade.
Isabela compartilha uma experiência diferente dos demais clientes. Por morar em uma rua paralela à lanchonete, a garota frequentava bastante o local. Segundo Isabela, nunca teve problemas sociais e elogia os funcionários, que sempre a trataram bem. No entanto, ela menciona que o maior problema é externo: a construção de um prédio no lugar do estacionamento. Isso afetou o fluxo de clientes e gerou um aumento no trânsito na rua, resultando em um certo acúmulo de pessoas.
Veículo atinge portão de escola, gera apreensão e queda de energia na rua
Caminhão perde o freio em frente ao Colégio Miranda e moradores ficam sem energia por dez horas
Um caminhão que acabou perdendo o freio bateu em um poste em frente ao Colégio Miranda,uma das melhores escolas de Pirituba, localizado na Rua Cel José Rufino Freire, no dia 25 de setembro. O acidente ocorreu no horário de saída das crianças, por volta das 11h30 da manhã, não houve feridos, mas gerou uma queda de energia na região que perdurou até o início da noite do mesmo dia.
Segundo Maria Fernanda Selim, irmã de uma das estudantes do Colégio Miranda, quando foi buscar sua irmã, por volta do 12h, a rua estava interditada e o portão da escola estava aberto. Ao pedir informações para os funcionários do colégio, eles relataram que o caminhão perdeu o freio e para conseguir parar, ele precisou ir de encontro ao poste que estava no local.
Lucas Vargas, morador da mesma rua do Colégio, disse que não estava na hora do acidente. Relatou que a energia começou a oscilar por volta das 11h30, caiu às 11h e voltou apenas às 20h e só foi perceber o que tinha acontecido quando estava indo para a faculdade. Ao subir a rua da escola, ele avistou o caminhão tombado. O jovem reforçou que o período sem luz foi prejudicial para ele e para os vizinhos que ficaram sem energia por quase dez horas.
Homem morre durante assalto após reagir
Repercussão de assassinato assusta moradores que cogitam mudança

Policiais no local da ocorrência
Guilherme Vilela, trabalhador de 31 anos, foi morto após reagir a um assalto no dia 15 de setembro, às 01h47. O rapaz estava indo ao supermercado onde trabalhava e foi surpreendido quando um motoqueiro anunciou o assalto apontando a arma em direção a sua cabeça, Guilherme reagiu tentando tirar a arma do criminoso, mas sofreu o disparo. Após o crime o assaltante olha para vítima no chão, não leva nada e vai embora. Esse assassinato repercutiu na rua, onde os moradores ficaram assustados e até mesmo pensam em mudar.
Isabella Bertolini, de 19 anos, é moradora da rua há seis anos e vive com sua família. Ela relata que não estava em casa no momento do crime. Ao chegar um tempo depois, viu a rua cercada por várias viaturas da polícia, com fitas zebradas delimitando a área e um corpo coberto de sangue no chão. Isabella afirma que o número de assaltos e furtos na região tem aumentado consideravelmente e que ficou em completo choque, pois nunca havia acontecido algo desse nível, a ponto de ocorrer um assassinato. Ela menciona que a rua tem se tornado cada vez mais deserta e que agora está fazendo um novo trajeto para chegar em casa, pois antes costumava passar a pé pelo mesmo local ao voltar do trabalho. A insegurança tomou conta da família, que já cogita a possibilidade de mudar de residência.
Centro Esportivo oferece aulas gratuitas para jovens de 7 a 17 anos
Objetivo é inserir esportes na rede pública de ensino

Entrada do Clube Escola Pirituba
O Clube Escola Pirituba, centro esportivo localizado na zona oeste de São Paulo oferece, por meio do Instituto Movimento, aulas gratuitas de futebol e outras modalidades para jovens de 7 a 17 anos. A intenção do projeto é inserir uma programação esportiva, recreativa e cultural aos jovens da rede pública de ensino.
Segundo Tom Rocha, segurança do centro esportivo, o clube oferece aulas de artes marciais, futebol, voleibol e handebol tanto para o público masculino para o feminino, mas para possuir acesso às atividades, é necessário obter uma carteirinha de sócio sem custo algum.
Segundo o segurança, as inscrições nas aulas de futebol feminino aumentaram, e hoje, a quantidade de meninas inscritas praticamente se iguala a quantidade de garotas inscritas nas aulas de handebol e voleibol.
Após dois anos abandonado, prefeitura limpa lago no parque Cidade Toronto
Em cinco meses, obra limpou 6,5 hectares
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Lago no parque Cidade Toronto após a limpeza
O parque Cidade Toronto é o parque mais famoso da região de Pirituba. Porém, nos últimos anos, o local estava sendo considerado abandonado devido um acúmulo de vegetação do lago. Após dois anos assim, a prefeitura investiu, no primeiro semestre de 2024, quase R$4 milhões para remover as plantas aquáticas e os resíduos presentes no local, visando a preservação da fauna da região.
O chefe da secretaria do parque, Robson Fernandes, detalhou que o processo de limpeza ocorreu por duas balsas. Uma delas ficou no meio do lago retirando os sedimentos enquanto a outra se manteve na borda onde permanecia um caminhão responsável por levar os dejetos. O processo perdurou por cinco meses, sendo de Janeiro até Junho. Foram limpos 6,5 hectares e a reinauguração, em janeiro, contou com a presença do prefeito de São Paulo.
Moradores resistem a construção de ciclofaixa
População teme que a estrutura diminua o acesso dos veículos na avenida e cause acidentes

Ciclofaixa inacabada na Avenida Mutinga
A Avenida Mutinga, uma das principais vias de Pirituba, está passando por uma transformação. Uma ciclofaixa está sendo construída ao longo da via, visando melhorar a infraestrutura para ciclistas. No entanto, a medida não está sendo bem recebida pelos moradores da região.
De acordo com os residentes, a ciclofaixa vai reduzir significativamente a largura da via, obstruindo uma parte importante da pista e aumentando o risco de congestionamentos e acidentes. Além disso, a população questiona a falta de consulta pública antes da implementação da obra.
As pessoas que moram por perto expressam seu descontentamento e pedem que as autoridades reconsiderem a localização da ciclofaixa. Como alerta aos usuários da região, foram instalados banners e faixas pela empresa executante, advertindo os usuários da situação de obras.
A CET também colocou "super cones" em locais críticos para alertar os motoristas e incentivá-los a reduzir a velocidade na via. Em entrevista, moradores do local, como Gabriel Silveira, afirmaram que a obra está atrapalhando totalmente o andamento do trânsito e complicando a vida dos moradores.
José Edilson, outro morador, relatou que já viu acidentes acontecerem por conta da construção da ciclovia. Ele ainda afirmou que o andamento das obras está parado, o que se torna ainda mais prejudicial aos residentes da região.
Como o Moradas Burguer se tornou uma das lanchonetes mais bem avaliadas da região de Pirituba
Proprietário revela que pandemia ajudou o local a crescer
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Entrada do restaurante Moradas Burguer
Pirituba conta com uma grande lanchonete, o Moradas Burguer, que desde sua abertura em 2019, vem conquistando o coração dos clientes com seus deliciosos hambúrgueres.
A chegada da pandemia de COVID-19 poderia ter sido um obstáculo, mas para o Moradas Burger, foi uma oportunidade de crescimento.
O dono da lanchonete, Ivan Coelho, afirma que o aumento significativo nos pedidos de delivery durante a pandemia permitiu que o negócio expandisse sua clientela e melhorasse sua estrutura para atender às demandas. A padronização dos produtos e a atenção aos clientes são os principais segredos do sucesso do Moradas Burguer.
A qualidade e o sabor dos hambúrgueres são mantidos em todos os pedidos, e as sugestões e críticas dos clientes são valorizadas para melhorar ainda mais.
O início do Moradas Burger foi modesto, em um local acanhado na Avenida 1, mas com o crescimento da demanda, Ivan começou a planejar uma expansão.
A meta dos donos é abrir mais um Moradas Burguer daqui a um ano, em um local estratégico que permita expandir a marca e oferecer mais conforto e comodidade aos clientes.
Coco Bambu e Piticas são inauguradas no Shopping Tietê Plaza
Após sucesso em franquia de alimentação, empresário abre unidade da Piticas no Tietê Plaza, inspirado pelas filhas e buscando diversificar seus negócios.

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Quiosque da loja com heróis da cultura pop
Entrada do Cocobambu no Shopping Tietê Plazza
Marcelo Seccato, experiente empresário no ramo de alimentos, acaba de inaugurar sua nova franquia da Piticas no Tietê Plaza, marcando uma mudança significativa em sua trajetória empresarial. A decisão de abrir uma loja de piticas veio após visitar uma feira de franquias e, principalmente, pela influência de suas filhas.
"Minhas filhas me apresentaram a Piticas e eu fiquei fascinado pelo conceito, além disso, queria sair da sazonalidade do sorvete"
A Piticas é uma franquia licenciada, conhecida por suas parcerias com marcas icônicas como Marvel e DC, que estampam seus logotipos nos produtos. No entanto, a estilização e marketing são cuidadosamente desenvolvidos por uma equipe contratada pela Piticas.
A loja da Piticas está estrategicamente localizada próxima ao seu quiosque de sorvete, no Tietê Plaza. Interessantemente, Marcelo menciona que já havia outra unidade da Piticas no mesmo shopping, mas ela fechou. No entanto, ele não tem contato com o antigo dono.
É um modelo de negócio inovador que Marcelo disse que está ansioso para ver o crescimento dessa nova empreitada.
Marcelo, afirma estar preparado para enfrentar novos desafios e explorar o potencial da Piticas no mercado, expandindo sua loja.
E ainda no Shopping Tietê, referência da região, acaba de ganhar um novo destino gastronômico, a inauguração do Coco Bambu ocorreu no dia 7 de outubro de 2024, após meses de planejamento e pesquisa de mercado.
De acordo com o gerente Devan Medeiros, a escolha do local foi estratégica. "Realizamos pesquisas e identificamos uma demanda por opções gastronômicas de qualidade na região".
O restaurante oferece uma variedade de pratos contemporâneos, com foco em ingredientes frescos e de alta qualidade. A equipe de marketing trabalhou arduamente para criar uma experiência única para os clientes, desde o ambiente acolhedor até o atendimento personalizado.
O gerente está entusiasmado com o potencial do Coco Bambu e a meta é conquistar os clientes da região e estabelecer-se como uma referência gastronômica, assim crescendo primeiro com essa nova empreitada e, posteriormente, explorando oportunidades de expansão para outras filiais pela região.
Grupo de Alcoólicos Anônimos da Igreja Santo Afonso abre portas para voluntariado sem burocracia
A iniciativa visa incentivar a participação ativa da comunidade na luta contra o alcoolismo
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Sala de encontro e fachada da paróquia
Uma iniciativa inovadora está sendo promovida na comunidade da Igreja Santo Afonso localizada na Rua Dr. Carneiro Maia n° 95, onde um grupo de Alcoólicos Anônimos (AA) busca expandir seu apoio a pessoas em recuperação. A paróquia facilita o processo de voluntariado, permitindo que qualquer pessoa maior de idade que participe das reuniões possa se tornar voluntária, sem a necessidade de trâmites burocráticos.
O grupo, criado por Gil Vicente Magalhães, de 57 anos, que é também voluntário da igreja, tem como objetivo fornecer um espaço seguro e acolhedor para a recuperação, independentemente de crenças religiosas. Ele destaca a importância de um ambiente onde os participantes possam compartilhar suas experiências e se sentirem seguros. "Nosso foco é a recuperação e o apoio mútuo e o maior recurso que damos é a pessoa sentar na cadeira durante 10 minutos e dar o seu depoimento, e ali você sentar do outro lado dando seu ouvido só para ouví-la, porque quando a pessoa der o depoimento você não pode interrogar o depoimento dela. Isso é uma regra também, por isso que funciona, respeitamos o espaço do outro.” Explicou.
Uma das participantes, que preferiu permanecer anônima enquanto ao seu nome mas fez questão de dizer que tem 80 anos de idade sendo 13 anos sem beber nenhuma gota de álcool, compartilhou sua experiência positiva. "Graças a esse grupo, consegui superar o alcoolismo e reencontrar minha vida. Eu voltei a ter convivência com as pessoas, porque eu vivia isolada e a minha autoestima voltou", disse. Ela ressaltou a importância da empatia e do apoio que encontrou entre os membros. “Eu sempre falo que o AA é pra ser feliz, e então eu sou feliz! Com os amigos que a gente tem no AA, graças a Deus são totalmente companheiros e respeitosos, isso é maravilhoso.” Afirmou.
As reuniões do AA, realizadas semanalmente nas dependências da igreja todas quartas-feiras das 19h às 21h são abertas a todos, e qualquer pessoa interessada em ajudar pode comparecer e se integrar ao grupo. Não existe uma carga horária para ser cumprida no voluntariado, basta apenas participar das reuniões e ser prestativo para o grupo, seja organizando a sala ou auxiliando algum participante.
Para mais informações sobre o grupo e as reuniões, os interessados podem entrar em contato com a Igreja Santo Afonso pelo telefone (11) 5077-3283 ou comparecer ao local durante a semana e conversar com a própria secretaria da paróquia.
Armas de bolinhas de gel viram febre e "Paintball de Rua" preocupa moradores e autoridades de SP
Diversão entre jovens da Zona Sul de São Paulo pode incentivar a violência
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Arma e bolinhas usadas para jogar "Paintball de Rua"
Nos últimos meses, uma nova febre tomou conta das ruas e praças de diversas comunidades: as armas de bolinhas de gel, que têm proporcionado uma experiência similar ao paintball. No entanto, essa brincadeira inocente tem gerado preocupações sérias entre moradores e autoridades locais devido aos riscos e confusões associadas a ela.
Um episódio recente destacou os perigos dessa prática. Kaue, um garoto de 15 anos, foi atropelado enquanto participava de uma partida de “guerra” com os amigos. O acidente resultou em uma fratura na perna, reforçando os temores sobre a segurança dos jovens envolvidos nessas atividades.
Em entrevista, os pais de Kaue, Jislane e Ademar, expressaram a preocupação crescente com a situação. "No começo, a gente achou que era uma brincadeira inofensiva. Só que depois de ele voltar machucado, vimos que o risco é muito maior," relatou Jislane. "Essas armas de bolinha de gel parecem reais de longe. Fico apavorada pensando que alguém pode confundir e reagir de forma errada."
Ademar também compartilhou seu receio: "A gente quer que o Kaue se divirta, mas do jeito que as coisas estão, com esses confrontos no meio da rua, a segurança dele vem em primeiro lugar. Depois do acidente, estamos pensando duas vezes antes de permitir que ele participe."
Um morador da região, que preferiu não se identificar, relatou que se recusou a sair de casa enquanto a febre do paintball não se acalmava. “Fiquei em casa porque não sabia como a situação poderia evoluir. Com essas armas parecendo tanto com as reais, é difícil saber quem é quem, e a polícia também parece confusa,” afirmou ele, que é amigo de pessoas que já participaram dos confrontos.
Vendedores das armas de bolinhas de gel, que têm proliferado em quiosques e lojas de brinquedos, defendem que se trata apenas de uma diversão. No entanto, moradores têm visto a transformação da brincadeira em um verdadeiro conflito entre grupos, com algumas regiões se tornando campos de batalha improvisados.
A polícia, por sua vez, está atenta a essa nova tendência. Com as reclamações aumentando, os oficiais estão intensificando a fiscalização para coibir os excessos e garantir a segurança dos jovens. Um representante da corporação alertou: “É crucial que os pais estejam cientes do que seus filhos estão fazendo. As armas de bolinhas podem ser confundidas com armas reais, e isso pode gerar situações muito perigosas.”
Com o crescimento dessa prática, a preocupação é clara: como equilibrar o direito à diversão dos jovens com a necessidade de garantir a segurança da comunidade? As autoridades e os moradores continuam debatendo o assunto, em busca de soluções que possam transformar a febre das armas de bolinhas de gel em uma atividade segura e controlada.
Semana no escuro gera revolta na Zona Sul
Ciclone extratropical deixa Zona Sul de São Paulo sem luz por uma semana, causando prejuízos aos moradores
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Árvores que caíram na região e prejudicaram moradores e falta de luz em diversos bairros do entorno
Um ciclone extratropical que atingiu a Zona Sul de São Paulo na semana do dia 11/10 deixou diversos moradores sem energia elétrica por sete dias, gerando transtornos e prejuízos para as famílias afetadas. A situação se agravou com a queda de árvores e alagamentos, enquanto a população lida com perdas financeiras e cobra respostas da Enel, concessionária responsável pelo fornecimento de energia na região.
O morador Antônio Carlos, de 52 anos, que vive no Jardim Ângela, descreveu as dificuldades enfrentadas com a falta de eletricidade prolongada. “Foi um grande prejuízo. Tinha acabado de fazer as compras do mês e perdi quase tudo que estava na geladeira. Carnes, leite, verduras… joguei fora porque, sem o refrigerador funcionando, tudo estragou”, contou Antônio. “Sete dias sem luz é algo que não deveria acontecer em uma cidade como São Paulo.”
Moradores da região expressaram insatisfação com a falta de agilidade no restabelecimento da energia, alegando que a resposta da Enel não foi rápida o suficiente para a gravidade da situação. Em diversos bairros da Zona Sul, as equipes de reparo teriam demorado para aparecer, deixando famílias sem o suporte necessário para enfrentar a crise.
Além da perda de alimentos, muitos moradores também apontaram outros desafios, como o risco à segurança durante as noites sem iluminação pública e as dificuldades para realizar atividades cotidianas. A prolongada falta de energia também afetou o comércio local, que sofreu com a perda de mercadorias perecíveis.
Em nota, a Enel justificou a demora na recuperação do fornecimento pela complexidade dos danos causados pelo ciclone, como quedas de árvores sobre a rede elétrica. No entanto, os moradores esperam que medidas mais rápidas e eficazes sejam adotadas no futuro para evitar que situações semelhantes voltem a ocorrer.
Enquanto isso, moradores como Antônio Carlos ainda enfrentam as consequências da semana no escuro, aguardando que o sistema seja fortalecido para suportar eventos climáticos extremos.
Motorista alcoolizado colide contra árvore e deixa duas pessoas feridas na madrugada de sábado
Bombeiros resgatam passageiros presos entre as ferragens

Acidente provocado por motorista alcoolizado
Na madrugada do último sábado, um motorista alcoolizado perdeu o controle do carro e colidiu contra uma árvore na Rua Conselheiro Moreira de Barros, todos no carro ficaram feridos. Três equipes do Corpo de Bombeiros foram acionadas para realizar o resgate, já que as vítimas ficaram presas dentro do veículo.
O motorista sofreu uma fratura pélvica, enquanto o passageiro teve escoriações leves. Ambos foram encaminhados ao Hospital Mandaqui para atendimento médico.
Em entrevista, o bombeiro responsável pelo resgate, tenente Carlos Varella, descreveu a situação: “Recebemos o chamado por volta das 2h da manhã e, ao chegar ao local, encontramos os ocupantes do veículo presos entre as ferragens. Nossa prioridade foi estabilizar as vítimas e realizar o corte do veículo com segurança para evitar novos ferimentos.”
De acordo com o tenente, o processo de retirada das vítimas levou aproximadamente 40 minutos. “Infelizmente, o uso de álcool associado à direção ainda é uma causa frequente de acidentes graves. Esse caso poderia ter tido consequências ainda mais sérias”, comentou o oficial, reforçando a importância de campanhas de conscientização sobre direção responsável.
Acidente bloqueia Avenida Braz Leme, em Santana
Caminhão sobrecarregado de tijolos e em alta velocidade tomba nesta madrugada
Na manhã desta quinta-feira (3), um caminhão com aproximadamente nove mil tijolos tombou ao fazer um retorno na Avenida Braz Leme, no bairro de Santana, zona norte de São Paulo. De acordo com Luiz Flavio, agente da Companhia de Engenharia de Tráfego (CET), o acidente ocorreu por volta das 5h40, quando o motorista, ao realizar a curva em alta velocidade e com o veículo sobrecarregado, perdeu o controle, fazendo com que o caminhão tombasse para o lado direito da via.
O incidente bloqueou parcialmente a pista esquerda da avenida, o que causou lentidão no trânsito da região. Equipes da CET foram acionadas para coordenar o tráfego e liberar o local. Não há informações sobre feridos, e a previsão é de que a remoção do caminhão e a limpeza da pista sejam concluídas ainda durante a manhã.
Acidente em posto de gasolina provoca vazamento de combustível
Colisão na Avenida Nova Cantareira deixa motociclista ferido
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Autoridades no local do vazamento
Um acidente envolvendo uma moto e um carro em um posto de gasolina mobilizou os bombeiros na tarde do dia 26 de setembro. Durante o abastecimento no posto da Avenida Nova Cantareira, um carro foi atingido por uma moto, que acabou caindo sobre uma das bombas de combustível, causando vazamento e levantando o risco de explosão.
O motorista do carro saiu ileso, enquanto o motociclista precisou ser imobilizado pelos bombeiros e aguardou atendimento do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu). Os donos do carro, sem registrar queixa, ofereceram ajuda ao motociclista até a chegada da ambulância.
Gerente de bar some misteriosamente na zona Norte
Polícia investiga desaparecimento de Jeronimo Brasil
Um acidente envolvendo uma moto e um carro em um posto de gasolina mobilizou os bombeiros na tarde do dia 26 de setembro. Durante o abastecimento no posto da Avenida Nova Cantareira, um carro foi atingido por uma moto, que acabou caindo sobre uma das bombas de combustível, causando vazamento e levantando o risco de explosão.
O motorista do carro saiu ileso, enquanto o motociclista precisou ser imobilizado pelos bombeiros e aguardou atendimento do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu). Os donos do carro, sem registrar queixa, ofereceram ajuda ao motociclista até a chegada da ambulância.